sábado, 31 de março de 2012

Terapeutas estimulam a autocura dos pacientes



Com a aplicação da Terapia Transgeracional, profissionais mostram como superar traumas e se autoconhecer.

A saúde é o bem mais precioso que o ser humano possui e por isso cada um vive na constante busca pelo equilíbrio do seu corpo, mesmo que não tenha consciência disso. A psiquiatra Laís de Siqueira Bertoche explica que todas as doenças começam na mente e podem ser produzidas por três causas. “As enfermidades podem surgir por uma percepção equivocada do mundo, por um sistema de crenças limitadoras e por uma diminuição ou falta de vontade. Para uma pessoa ser saudável todas as partes do organismo devem funcionar em harmonia, conduzidas pela energia vital”, observa.
Bertoche esclarece que em todas as pessoas está presente uma força mantenedora da vida, que se expressa como o curador interno, e é fundamental compreender o sentido da própria existência. Para uns é necessário aprender a utilizar o livre arbítrio e fazer escolhas, enquanto para outros é preciso aprender a ser leve e não levar a vida tão a sério ou desenvolver o senso de justiça. “Cada indivíduo possui uma maneira de encontrar a razão da sua vida e se autoconhecer é descobrir seus recursos e abrir as portas para a autocura” aponta a médica, que também atua como homeopata e possui pós-graduação em Terapia de Família, Hipnoterapia Regressiva e Constelação Familiar.
Segundo a especialista, muitos dos sofrimentos são oriundos de traumas originários da família de origem e do campo do inconsciente coletivo. O medo de baratas, por exemplo, pode ser expressado em uma situação que não possui relação alguma com os insetos, provocando um estado de transe que é quebrado quando outra pessoa interfere no quadro. “A terapia ajuda a compreender o que aconteceu e após as sessões a pessoa não fica amiga das baratas, mas consegue se livrar delas, algo que antes parecia impossível”, ressalta.
A maioria das pessoas sofre durante muitos anos sem imaginar que seus medos podem ser curados. Bertoche aponta que estudar e compreender a origem do sofrimento e enfrentá-lo traz profundo alívio e paz para o corpo e para a alma. “Após a libertação do medo a energia vital consegue circular livremente, favorecendo o reestabelecimento da saúde. A experiência dos terapeutas transgeracionais pode ajudar neste processo”, evidencia a médica, que também atua como homeopata e possui pós-graduação em Terapia de Família, Hipnoterapia Regressiva e Constelação Familiar.
Existem várias técnicas de autocura para o corpo, a mente e o espírito. Neste contexto, o primeiro passo é se conhecer e perceber suas reais necessidades, afinal o único responsável pelo seu equilíbrio e harmonia física e espiritual é o próprio indivíduo. “Uma boa estratégia é sentar em silêncio e focar a atenção na região do coração, local de conexão entre o eu e a essência. A respiração deve ser pausada e confortável, estimulando a sensação de uma onda de bem-estar. Com tranquilidade, a pessoa deve perguntar a si mesmo como está se sentido e o que necessita. Com o prática será possível sentir, identificar e agir de modo adequado”, ensina Bertoche, fundadora do Instituto de TerapiaTransgeracional (ITT).
As práticas que cuidam da mente e da psique são superiores às práticas que atentam apenas para o corpo, pois podem curar a essência dos sofrimentos que posteriormente se manifestariam como patologias e doenças difíceis de serem curados. “A Terapia Transgeracional utiliza várias abordagens com o objetivo de identificar os bloqueios que parasitam o campo áurico, gerados por pensamentos, estados e ações mentais e emocionais. O campo áurico é um campo de consciência que mantém o corpo físico em conexão com o corpo astral (emocional e mental concreto) por sintonia vibratória. O papel do psicoterapeuta é auxiliar o cliente a separar os elementos estranhos a este campo, liberando-os. Esses bloqueios podem estar relacionados a vidas passas, heranças familiares ou energias intrusas”, acrescenta.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Curso aborda terapia que ajuda no tratamento de traumas

Profissionais da área da saúde e terapeutas podem se especializar em Terapia Transgeracional e ampliar seu campo de atuação.
A capacitação profissional é fundamental para quem quer se manter no mercado de trabalho. Quem contrata está cada vez mais exigente – mesmo quando o patrão é o cliente ou consumidor de uma empresa ou profissional. Na área da saúde não é diferente. “Os profissionais da saúde devem estar sempre atentos às novidades, as novas abordagens e as descobertas do mundo científico”, ressalta a médica Laís de Siqueira Bertoche, psiquiatra e homeopata com pós-graduação em Terapia de Família, Hipnoterapia Regressiva e Constelação Familiar.
De olho nessa dinâmica do mercado, o Instituto de Terapia Transgeracional (ITT), localizado no Rio de Janeiro e criado por Bertoche, oferece o Curso de Formação em Terapia Transgeracional. O curso é voltado para profissionais que atuam no campo da saúde, terapeutas e todas as pessoas que desejam aprofundar seus conhecimentos ou exercer a Terapia Transgeracional a nível profissional. Essa abordagem psicoterápica mostrou-se tão eficiente, que duas alunas leigas resolveram cursar a faculdade de psicologia a fim de trabalhar com a Terapia Transgeracional. “Esta é uma abordagem psicoterapêutica criada por mim e baseia-se principalmente nos conhecimentos da Ciência da Consciência, da Teoria dos Sistemas e dos Campos Mórficos, da Hipnoterapia Regressiva, da Constelação Familiar e da Terapia de Família”, explica.
O diferencial da Terapia Transgeracional é a eliminação de bloqueios que foram herdados da família de origem, a ancestralidade familiar e de vidas passadas, que é a ancestralidade espiritual. “Vivências traumáticas, medos, inseguranças, depressão, ansiedade, angústia, estados de transe e possessão e Síndrome do Pânico são problemas que podem ser tratados com a Terapia Transgeracional. Os resultados são muito bons e o paciente passa a viver de uma forma mais livre, sem o peso do passado em sua vida”, esclarece.
Para frequentar o curso é preciso ter conhecimento dos temas abordados nas oficinas “Terapia da Alma – estudos e práticas para o autoconhecimento”, ministradas no ITT. Esta exigência garante o nivelamento dos alunos e a compreensão do conteúdo abordado nas aulas. Para se certificar como Terapeuta Transgeracional, o aluno deve ter frequentado pelo menos 75% das aulas, apresentar uma monografia no final do curso, ter se submetido a terapia didática, participar das Constelações Transgeracionais Sistêmicas de Grupo, ser aprovado na prova prática e participar das supervisões didáticas”, afirma.
O curso é dividido em fases. A primeira contempla quatro módulos semestrais, com aulas semanais. A segunda possui dois módulos semestrais, com supervisão semanal e iniciação ao atendimento supervisionado pelo coordenador.Concomitantemente, o aluno deve submeter-se à terapia didática, quando experimenta em si mesmo a abrangência dessa abordagem terapêutica na qualidade de paciente. “Isto possibilita a vivência prática do aluno e o entendimento da Terapia Transgeracional sob o olhar do paciente. A última fase é a supervisão didática continuada, que pode durar de um a dois anos”, enfatiza Bertoche.
Dentro de cada fase há uma série de assuntos que são estudados pelos alunos. O módulo I aborda a relação entre o terapeuta e o cliente, as funções psíquicas e a psicopatologia. O módulo II tem como conteúdo a temática “Herança Espiritual: teoria e prática da Hipnoterapia Regressiva”. O módulo III é sobre processos anímicos e estados de transe e possessão e o módulo IV aborda a herança familiar na teoria e na prática. “Estes módulos tem a duração de 96 horas/aula e podem ser cursados independentemente da ordem”, afirma a médica. Já os módulos V e VI tratam da Terapia Transgeracionalpropriamente dita e constam de aulas teóricas e práticas de campo, com ênfase na toma do caso (anamnese), genograma, conversas externalizadoras e integram os conhecimentos adquiridos ao longo dos quatro primeiros módulos. A carga horário de cada módulo é de 152 horas/aula e devem ser cursados na ordem e apenas depois de concluídos os quatro primeiros. “Nesta fase é obrigatório seguir o cronograma do curso, concluindo primeiro o módulo V e depois o VI. Todas as orientações são dadas por mim, sempre com a finalidade de esclarecer todas as dúvidas”, acrescenta.
Maiores informações pelo telefone  (21) 2257-2403 ou pelo site www.terapiatransgeracional.com.br . O curso terá início no dia 5 de abril de 2012.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Abordagem psicoterapêutica ajuda a eliminar bloqueios que atrapalham a vida



Para tratar os elementos que impedem o indivíduo de ser feliz, saudável e ter sucesso na vida, a psiquiatra Laís de Siqueira Bertoche utiliza a Terapia Transgeracional. “É um método desenvolvido por mim a partir de várias abordagens psicoterapêuticas como a Hipnoterapia Regressiva, também chamada de Terapia da Vida Passada, Constelação Familiar e a Terapia de Família. A Terapia Transgeracional tem como objetivo auxiliar o indivíduo a superar os traumas que o impede de viver livremente”, destaca a especialista, fundadora do Instituto de Terapia Transgeracional (ITT).
A aplicação da Terapia Transgeracional permite que qualquer pessoa ultrapasse seus medos e inseguranças, ajudando a superar as vivências traumáticas e os estados de depressão, ansiedade e angústia. “A superação destes bloqueios pode evitar o aparecimento de doenças psicossomáticas e auxiliar na manutenção do equilíbrio, sendo essencial para a cura dos estados de transe e possessão”, explica a médica, que também atua como homeopata e possui pós-graduação em Terapia de Família, Hipnoterapia Regressiva e Constelação Familiar.
No ITT são promovidos cursos de Formação em Terapia Transgeracional para a capacitação de terapeutas nessa abordagem terapêutica, realizados atendimentos com custos diferenciados, Constelações Sistêmicas Transgeracionais e palestras informativas. “Os atendimentos com preços especiais é feito na clínica social do instituto”, afirma Bertoche, que também atua como homeopata e possui pós-graduação em Terapia de Família, Hipnoterapia Regressiva e Constelação Familiar.
A clínica social do ITT tem duas funções fundamentais. A primeira é complementar a formação dos alunos e a segunda é atender a crescente demanda por esta abordagem terapêutica. A principal vantagem de ser atendido na clínica social é o valor mais em conta. “Os atendimentos são feitos pelos alunos do ITT e pelos terapeutas formados no instituto, sempre sob a minha supervisão. O tempo médio de tratamento é de 12 sessões, podendo ser prorrogado se houver necessidade. Cada encontro dura 50 minutos e as consultas podem ser semanais ou quinzenais”, conta.

terça-feira, 20 de março de 2012

Dra. Laís fala sobre o controle de vícios


segunda-feira, 19 de março de 2012

Dra. Laís Bertoche na rádio Roquette Pinto

Dra. Laís Bertoche na rádio Roquette Pinto

sábado, 17 de março de 2012

Encontro estimula auto-conhecimento


Constelação Transgeracional ajuda a reviver traumas e a liberar barreiras herdadas.
Todas as pessoas possuem dúvidas com relação à vida e os fatos que marcam a história de cada uma delas. As respostas são difíceis de encontrar e poucos relacionam a sua vivência a historias das gerações passadas de sua família. Segundo a médica Laís de Siqueira Bertoche, pós graduada em Psiquiatria e Homeopatia, o passado familiar tem relação direta com o presente e o futuro do indivíduo. “Situações traumáticas do passado como mortes violentas, exclusões, perdas financeiras, triangulações e outras são transmitidas de geração para geração, impedindo o progresso em vários aspectos da vida”, observa Bertoche, especialista em Terapia da Família e Constelação Familiar. A área profissional, pessoal, amorosa e financeira normalmente são as mais afetadas. A pessoa sente que há um obstáculo impedindo seu crescimento, mas não sabe do que se trata nem como resolve-lo. “A Constelação Transgeracional possibilita a identificação das causas e a eliminação desses bloqueios. Assim o indivíduo pode viver o presente sem as influências do passado”, destaca a especialista em Hipnoterapia Regressiva.
Bertoche explica que na Constelação Transgeracional o inconsciente coletivo do participante (vidas passadas, herançafamiliar, etc.) é acessado. Desta forma é possível identificar o trauma, vivênciá-lo novamente e superá-lo de maneira rápida e eficaz. “A pessoa fica em um estado ampliado de consciência, semelhante ao estado de transe consciente e o facilitador,utilizando-se de várias técnicas durante o processo (como a Terapia de Vidas Passadas, Teoria dos Sistemas, Terapia de Família, Constelação Sistêmica e Técnica de Exteriorização do Problema), auxilia o cliente a liberar aquela energia até então aprisionada em sua mente”, esclarece a médica, que atua como facilitadora sistêmica de grupos.
A Constelação Transgeracional é uma ampliação da Constelação Sistêmica Familiar por incluir a herança espiritual da pessoa, o que facilita a superação da insegurança, das ilusões, da descrença e dos medos que fazem parte da vida. Esta abordagem terapêutica é tão profunda que traz benefícios para todas as áreas da vida, promovendo o retorno da alegria e da felicidadegenuínas da alma. “A constelação tem bons resultados sempre que o problema se configurar como em um sistema, em que os elementos se relacionam com um determinado objetivo (lembra de como funciona o sistema digestivo?). Por isso é excelente nos emaranhados e confusões da pessoa com seu corpo ou sua mente (doenças psicossomáticas e sintomas emocionais e mentais), dificuldades de relacionamento, problemas com o trabalho e na empresas, entre outros. Após a dissolução destas barreiras, a pessoa encontra a liberdade de ser ela mesma”, explica.
Para divulgar a Constelação Transgeracional e propiciar aos interessados uma experiência única de auto-conhecimento, Bertoche promove sessões mensais no Instituto de Terapia Transgeracional (ITT), fundado por ela. “Os 30 anos de experiência na área da saúde contribuem para que os atendimentos individuais e em grupo sejam eficazes. A criação do ITT facilitou o encontro de pessoas interessadas nessa abordagem terapêutica, trazendo mais liberdade para a promoção decursos e de sessões terapêuticas”, acrescenta.
A próxima sessão de Constelação Transgeracional será realizada no dia 26 de março, a partir das 19 horas, na sede do ITT, no Rio de Janeiro. Para participar basta se interessar sobre o assunto e fazer a inscrição com antecedência. “Qualquer pessoa que quiser participar está convidada. Será um imenso prazer mostrar que é possível se livrar dos traumas e ser feliz, alcançar os sonhos que até hoje, por algum motivo, não foram realizados. É um momento para olhar para si mesmo e repensar a vida”, enfatiza Bertoche.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Inscrições Abertas


quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher reforça luta contra a violência doméstica


No caso de violência doméstica, o casal precisa de apoio e ajuda especializada para superar o trauma.

O Dia Internacional da Mulher, comemorado hoje dia 08 de março, é uma excelente data para reforçar a importância da luta contra a violência doméstica. A justiça define este tipo de violência como atos de ofensa à integridade sexual, física, psicológica ou moral contra as mulheres ou outros familiares. “As situações de violência doméstica ultrapassam as barreiras físicas e envolvem tanto o agressor quanto o agredido, sendo a mulher a parte mais vulnerável do casal”, ressalta a médica Laís de Siqueira Bertoche, especialista em Psiquiatria e Homeopatia.
De acordo com o Anuário das Mulheres Brasileiras 2011, divulgado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), quatro em cada dez mulheres já sofreram algum tipo de violência doméstica. “É uma questão complexa, já que o agressor é a mesma pessoa que dá carinho ou que é o pai dos seus filhos. A falta de apoio da família ou dos amigos dificulta a resolução desta situação”, explica Bertoche, pós-graduada em Hipnoterapia Regressiva, Terapia da Família e Constelação Familiar.
Dados da ONU Mulher apontam que um terço das mulheres latino-americanas já foram vítimas de agressões físicas e 16% de agressão sexual. Não podemos ignorar nem considerar essa situação como um fato normal ou banal. “As mulheres estão perdendo o medo e a vergonha de denunciar a agressão, embora essa atitude não seja suficiente para resolver o problema, já que ambos precisam de ajuda para superar as dificuldades. Para que tenhamos uma resolução efetiva do conflito, é preciso auxiliar também o parceiro, que não consegue lidar com as frustrações de uma forma madura, já que a violência deixa marcas profundas na vida familiar”, enfatiza a especialista.
Filhos de lares onde a violência é comum tendem a ser agressivos com as mulheres. Por isso é tão necessário o atendimento do casal, e entre as várias terapias que podem ajudar as famílias, temos a Terapia Transgeracional. Essa técnica terapêutica tem como objetivo curar os bloqueios que se expressam no corpo físico, emocional ou mental produzidos por traumas com ou sem causa conhecida. “A violência doméstica é uma situação potencialmente perturbadora e estressante, que mantêm a vítima e algoz aprisionados por maior ou menor tempo e impede as pessoas de viver com confiança e tranquilidade”, observa.
Segundo Bertoche, qualquer bloqueio traumático consome bastante tempo e energia e provocam sintomas, prejudicando a saúde como um todo. Quando se tem uma vida familiar harmoniosa, a capacidade de cura e de ser saudável é percebida por todos. “Na Terapia Transgeracional, o terapeuta induz o indivíduo a contar e vivenciar sua história no ambiente protegido do consultório, possibilitando uma visão mais clara e lúcida do momento traumático, possibilitando um olhar distanciado e assim desfazer o bloqueio psíquico. Se o bloqueio se mantém, o sofrimento pode se manifestar na forma de fraqueza, insegurança, fobias, ansiedade, tristeza, confusão mental e emocional e doenças psicossomáticas”, afirma.
Nas sessões de Terapia de Regressão de Memória o paciente é conduzido a um estado ampliado de consciência, para identificação e dissolução do evento traumático. Esta abordagem possibilita a reavaliação do fato, o desapego da dor, a incorporação do aprendizado obtido por meio daquela experiência – mesmo que negativa – e o reencontro do seu equilíbrio. “Temos que ter em mente que os obstáculos que surgem na vida são oportunidades de crescimento e desenvolvimento da consciência. Não é fácil ter essa compreensão, mas o terapeuta saberá como ajudar”, destaca.
A Terapia de Regressão de Memória também é benéfica em outras situações, como neuroses, doenças psicossomáticas, síndrome do pânico, fobias, dificuldades nas áreas afetiva e profissional e sensações de confusão e de não pertencimento. “A terapia não é indicado para pessoas que estejam com doenças orgânicas agudas ou crônicas descompensadas e distúrbios mentais moderados ou graves”, acrescenta Bertoche, responsável pela criação da Terapia Transgeracional e do Instituto de Terapia Transgeracional (ITT).

 
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